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Gado sujo

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O relatório de 90 páginas, intitulado “Gado sujo: a exposição da JBS e da UE a violações de direitos humanos e desmatamento ilegal no Pará, Brasil”, detalha como fazendeiros se apropriaram ilegalmente de terras e devastaram os meios de subsistência dos legítimos moradores do projeto de desenvolvimento sustentável Terra Nossa e da Terra Indígena Cachoeira Seca, afetando seus direitos à moradia, à terra e à cultura. A análise da Human Rights Watch de documentos oficiais mostra que fazendas ilegais nessas áreas venderam gado para vários fornecedores diretos da JBS.

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  • “As raparigas não devem desistir dos estudos”

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    O relatório de 57 páginas , «As raparigas não devem desistir dos estudos»: Os desafios enfrentados pelas raparigas grávidas e mães adolescentes em Moçambique para continuarem a estudar, documenta os diversos obstáculos enfrentados pelas raparigas adolescentes e mulheres que estão grávidas ou são mães, bem como os problemas que enfrentam quando tentam continuar a estudar. As alunas também não têm acesso − ou é-lhes negado o acesso − a informação sobre saúde sexual e reprodutiva, em especial educação sexual abrangente, bem como a serviços de saúde sexual e reprodutiva que sejam adequados à adolescência, incluindo uma ampla gama de opções contracetivas e de serviços legais e seguros de interrupção voluntária de gravidez, nos limites da lei.

  • “Eles prometeram matar 30”

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    No relatório de 19 páginas, “‘Eles Prometeram Matar 30’: Mortes decorrentes de ação policial na Baixada Santista, estado de São Paulo, Brasil”, descreve importantes falhas nas etapas iniciais das investigações policiais. Em 28 de julho as forças policiais de São Paulo deflagraram a chamada Operação Escudo na Baixada Santista, área metropolitana do litoral do estado de São Paulo, em resposta à morte de um policial na cidade do Guarujá. Até 5 de setembro, quando as autoridades encerraram a operação, a polícia havia matado 28 pessoas, resultando em uma das operações mais letais no estado de São Paulo em três décadas. Três policiais também foram feridos durante a operação

  • “Mil Explosões em Meus Ouvidos”: Ataque russo matou dezenas de civis em prédio residencial de Izium

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    Russian forces used a large air-delivered munition on an apartment building on March 9, 2022, in Izium, eastern Ukraine, in an attack that killed at least 44 civilians and violated the laws of war. This new web report uses survivor testimony, photos, videos, and 3D modeling of the building at 2 Pershotravneva Street to show the devastating effects of the attack.

  • “Tenho medo, esse era o objetivo deles”

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    O relatório de 84 páginas, “‘Tenho medo, esse era o objetivo deles’: esforços para proibir a educação sobre gênero e sexualidade no Brasil”, analisa 217 projetos de lei apresentados e leis aprovadas, entre 2014 e 2022, destinados a proibir explicitamente o ensino ou a divulgação de conteúdo sobre gênero e sexualidade, ou banir a chamada “ideologia de gênero” ou “doutrinação”, nas escolas municipais e estaduais. A Human Rights Watch também documentou um esforço político para desacreditar e restringir a educação sobre gênero e sexualidade, reforçada pelo governo do presidente Jair Bolsonaro, que tem pessoalmente amplificado essa mensagem para fins políticos, inclusive como recentemente em março de 2022.

  • “O ar é insuportável”

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    O relatório O Ar é Insuportável: Os impactos das queimadas associadas ao desmatamento da Amazônia brasileira na saúde, utiliza dados oficiais de saúde e meio ambiente para estimar que 2.195 internações hospitalares por doenças respiratórias em 2019 são atribuíveis às queimadas. Quase 500 internações envolveram crianças com menos de um ano de idade, e mais de 1.000 foram de pessoas com mais de 60 anos. Essas internações representam apenas uma fração do impacto total das queimadas na saúde, considerando que milhões de pessoas foram expostas em 2019 a níveis nocivos de poluição do ar decorrentes das queimadas associadas ao desmatamento da Amazônia.

  • Máfias do Ipê

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    O relatório examina como o desmatamento ilegal por redes criminosas e as consequentes queimadas estão relacionados a atos de violência contra defensores da floresta e ao fracasso do Estado em investigar e punir os responsáveis por esses crimes.

  • O êxodo venezuelano

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    O relatório documenta os esforços de governos sul-americanos para atender o enorme número de venezuelanos que atravessam suas fronteiras, além de recentes obstáculos que ameaçam a possibilidade dos venezuelanos buscarem proteção. Em algumas ilhas do Caribe, os venezuelanos estão sujeitos a prisões e deportações arbitrárias. Incidentes xenofóbicos são uma preocupação crescente.

  • “Eles ficam até morrer”

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    O relatório conclui que muitas pessoas com deficiência no país entram em instituições ainda quando crianças e lá permanecem por toda a vida. A maioria das instituições visitadas por pesquisadores da Human Rights Watch não provia mais do que as necessidades básicas de seus residentes, como alimentação e higiene, com poucas oportunidades de contato relevante com a comunidade ou de desenvolvimento pessoal. Alguns residentes são amarrados às camas e recebem sedativos para controle de comportamento.

  • Esquecidas e desprotegidas

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    O relatório expõe lacunas na resposta das autoridades brasileiras que têm impactos prejudiciais a mulheres e meninas e deixam a população em geral vulnerável a surtos contínuos de doenças graves transmitidas por mosquitos. O surto de Zika ocorreu no momento em que o Brasil enfrentava a sua pior recessão econômica em décadas, forçando as autoridades a tomar decisões difíceis sobre a alocação de recursos na resposta à epidemia. Porém, mesmo anteriormente – inclusive em tempos de crescimento econômico – os investimentos governamentais em infraestrutura de água e saneamento foram inadequados. Anos de negligência contribuíram para as condições de água e esgoto que permitiram a proliferação do mosquito Aedes e a rápida disseminação do vírus, constatou a Human Rights Watch.  

  • “Um dia vou te matar”

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    O relatório analisa problemas sistemáticos na resposta do estado à violência doméstica. A Human Rights Watch documentou 31 casos de violência doméstica e entrevistou vítimas, policiais e autoridades do sistema de justiça. A organização identificou falhas em todas as fases da resposta do Estado à violência doméstica.

  • “O bom policial tem medo”

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    O relatório, "‘O bom policial tem medo’: os custos da violência policial no Rio de Janeiro”, documenta como o uso ilegal da força letal por policiais tem contribuido para o desmantelamento dos ambiciosos esforços do estado para melhorar a segurança pública.